sobre_web

Esse blog nasceu da minha necessidade de reunir o que tenho lido/escutado por ai sobre web. Muitas perguntas e algumas conclusões.

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Nome: Alex Rodrigues

Sexta-feira, Fevereiro 24, 2006

E agora Alex…

Bom, eu tinha jurado para mim mesmo que não ia escrever nada de pessoal nesse troço.
Mas aí o vento muda de direção, tudo cai e me vejo aqui desfiando minhas desventuras.



Perdi o meu emprego.


Pois é, minha empresa está passando por uma mudança estratégica e eu passei de funcionário contratado a freelancer. Na verdade voltei a ser freelancer.


Eu entrei lá para fazer um freela de 3 meses, o volume de trabalho era grande e eu acabei dando conta do recado. O pessoal gostou do meu trabalho e acabei contratado, mas agora a empresa precisa de mais uma pessoa de vendas, não daria para manter dois e meu salário ficou grande demais para eles. Passei de funcionário estratégico a problema, loucuras desse mundo dos negócios. E acabei aceitando a proposta de ser demitido e voltar para os freelas, agora em minha própria casa. O que me faz pensar nos rumos tortos que nossa vida parece tomar na hora que precisamos de mudanças.


Eu há algum tempo estudava mudar de emprego e tinha decidido que a minha praia era mesmo a internet. Onde eu trabalhava fazia design gráfico, web, arte finalização, manutenção básica nos computadores, ajudava nas vendas, fazia café e costurava para fora... sabe como é empresa pequena.


Pois então em uma entrevista que eu fui chamado fui surpreendido com a frase:


"o seu perfil é bem mais de Web né!?"


Coisa simples de perceber. Mas que eu não tinha me tocado ainda.
Sou um Weber!! - Como eu chamo quem trabalha com web.

Estranho isso, eu deveria ter percebido isso tem bastante tempo. E tomei uma decisão: Vou trabalhar só com Web. E comecei a procurar trabalhos somente na área. Mandei e-mails, entrei em contato e as coisas estavam caminhando, até que vem a bomba: To sem emprego.

Todas as dúvidas do mundo tomaram lugar na minha cabeça, agora eu não posso mais ficar escolhendo demais, agora eu tenho que pegar o que surgir.
Será?

Será que é essa a solução? Pegar a primeira coisa que pintar para garantir o do aluguel? Eu acho que não.


Eu estava lendo a coluna da Catunda na Webdesign, e ela dizia uma coisa assim. Que às vezes a gente tem que dizer não para se dar bem depois, para se preservar e etc.


Mas no meu caso o que está rolando agora é que eu deixei em stand by todos os planejamentos de carreira que envolviam dinheiro, investimento. Vai saber quando vai pintar outro trabalho. Nesse meio tempo fico nessa vida de freela. Não tenho estômago para viver só disso. Admiro que consegue mas não é para mim. Doidera mesmo.

Sei lá, você fica meio perdido, você tinha planos e de repente aquilo muda de figura e o que estava planejado fica em segundo plano.


Pude tirar algumas conclusões. A primeira que essa coisa de estabilidade não existe. Mesmo que a gente se desvire, dê o máximo pode acontecer algo que te puxa o tapete. A segunda é que estranhamente hoje em dia você estudar muito pode te complicar. Se sua empresa não consegue te acompanhar com benefícios, cedo ou tarde a relação patrão-empregado acaba, ou você arruma outra coisa ou vai começar a ganhar menos do que merece. É claro que isso acontece nas empresas menores, nunca trabalhei em empresa grande e realmente não tenho conhecimento de como é a relação. A gente fica caro. Estranho isso.


Mas na verdade o que importa dessa coisa toda é que agora eu posso fazer o que mais gosto. Tomar de volta o rumo da minha carreira.

Os chineses dizem muito bem quando usam a mesma palavra para escrever crise e oportunidade. Eu sempre falei isso, mas agora eu sinto na pele. São oportunidades que estão pintando, algumas muito boas.


Então é isso.


PS.: Falando em oportunidade, eu entrei em um projeto ontem muito legal, uma ONG que está começando e que estava precisando de alguém de internet. Eu me propus a ajudar e entrei nessa. O nome da ong é Instituto Olenka e cuida de doenças genéticas raras. Esse projeto vai ser feito com todo cuidado e eu vou postando algumas coisas aqui sobre ele.Quem está no Orkut pode dar uma olhada na comunidade. Tá começando mas vai ter boas referências lá.


Logo do Instituto Olenka
Link

Quinta-feira, Fevereiro 16, 2006

De quem é o Poder !?

E o real valor é darmos o poder de produção às pessoas. Produzir conteúdo, (re)produzir nós de conhecimento interpessoal, (re)mixar idéias, colaborar.

Essa frase eu li num livro. Coisa complexa essa de produzir conhecimento. Nós que trabalhamos com web temos um compromisso que eu acho que pouquíssimas pessoas se tocam dele. Temos o compromisso de fazer com que o nosso trabalho contribua para geração do conhecimento.


Todo veiculo ou meio de comunicação obedece ao intuito de transmitir um conceito. Todos. E os nossos sites entram nessa categoria. Eu estou lendo um livro, "Significado nas artes visuais" de Erwin Panofsky, que eu recomendo a todos lerem, é daquela coleção Debates da Editora Perspectiva. Pois bem, nesse livro o autor fala num trecho:


"... no caso do que se pode chamar de "um mero veículo de comunicação" ou "um mero aparelho", a intenção acha-se definitivamente fixada na idéia da obra, ou seja, na mensagem a ser transmitida, ou na função a ser preenchida. No caso de uma obra de arte, o interesse na idéia é equilibrado e pode até ser eclipsado por um interesse na forma."



Deu para sacar?


Num site ou veículo de comunicação a mensagem a ser transmitida está definitivamente fixada na idéia da obra. Quando geramos os conceitos do nosso site, a transmissão da mensagem está no nascimento do nosso projeto. È claro que às vezes, como o autor defende a forma pode suplantar o conteúdo. Mas isso num caso de obra de arte, o que não é o caso da maioria dos sites. A grande maioria tem outro intuito, que não o artístico.


E eu acho que uma das idéias principais desse novo momento da web é colaboração. Para gerar conhecimento, temos que ter isso no cerne do nosso projeto, acho que deve ser a primeira coisa a entrar num planejamento de qualquer site, nosso produto deve gerar informação nova sobre os produtos / serviços / idéias que eles divulgam. As pessoas devem usar o nosso site para obter aquilo que procuram e melhor ainda, serem surprendidos com aquilo que nem sabiam que precisavam ou queriam. Aquele papo de surprender o cliente, sabe? E aí as pessoas vão se sentir a vontade e com vontade para colaborar com você. Como o Felipe Memória defende no livro dele. Entra aqui e dá uma olhada:


Site


Pois é...



Acho que o lance é esse e ir além disso, como diz a frase lá em cima. Dar poder as pessoas de participar, de construir com você, de passarem de simples receptores passivos da mensagens a agentes de construção dela. E aí o teu projeto alcança um nível 2.0. Sabe aquele site incrível, irresistível que você não consegue parar de acessar todo dia? Nem precisa tocar em nomes, pois é, provavelmente ele é baseado nesses novos conceitos, ou em algum momento alguém levou em conta isso que eu estou falando.


Bom é ai entra a pergunta, como e o que a gente pode fazer para atrair os usuários para o nosso site e fazer com que eles participem da construção do nosso site?


Boa pergunta essa, a pergunta de 1 milhão de dólares. Existem algumas maneiras. Focar no usuário é uma delas. Usar as técnicas de usabilidade que melhor se adequem ao seu projeto, contar com os requisitos de acessibilidade e construir o site usando um código limpo e semântico também colabora de muitas maneiras. Mas o teu projeto, a idéia é que vai fazer a diferença. E a velha pergunta ainda permaneçe: "O que as pessoas estão querendo agora e que não tem? E o que eu posso fazer para

ajudar a elas para conseguirem isso?"


Tá aí a resposta...

Outro Blog

Segundo um amigo o Blogspot não funciona direito no Mac. Pois então eu peguei o WordPress e configurei no meu site.

Blog Alternativo.


Por enquanto eu vou colocar os mesmos posts nos dois endereços, mas eu acho que vou parar de atualizar esse e usar só o outro, em nome da acessibilidade geral. O Word Press faz um blog 100% compatível com os padrões, ele valida tanto o código quanto o css, é muito simples de configurar, mesmo para quem como eu, não saca nada de php. Fiz ele funcionar em 5 minutos e rola perfeito.


Tem vários templates para o visual, muitos mesmos, uma comunidade bem grande de usuários que te dá suporte se precisar e para quem conhece os padrões é muito fácil de alterar o visual para o jeito que agente quiser.


Eu peço para quem colocou o meu blog no favoritos ou que adicionou o feed num agregador que de uma olhada no outro.



de novo o endereço

Valeu e Obrigado

Sexta-feira, Fevereiro 10, 2006

O que a gente precisa para dizer "tá bom!"

O quanto a gente precisa de alguma coisa?
O quanto basta de algo para dizer que é o suficiente?
Quanto eu preciso saber ou conhecer de alguma coisa para dizermos: "isso eu sei!!"

Vou dar um exemplo.
Eu sei usar os programas da Adobe, os da suite CS, todos eles. E nunca fiz um curso. O photoshop é um programa complexo, o Illustrator também e o InDesign idem... mas eu domíno todos eles. E quando eu passei a dominá-los?? Na verdade a gente não precisa fazer curso para aprender a FAZER algo, fazer um site, tratar uma imagem, criar um folheto... são coisas que fazemos e para isso eu não vejo que haja uma necessidade tão grande de cursos, é claro que diminui a curva de aprendizado e para uma pessoa ansiosa como eu isso é importante, saber fazer logo. Um certificado ou diploma às vezes é uma diferença numa disputa por vagas e etc. Mas o que eu quero dizer é quando a gente precisa pensar a coisa, entende? Quando a gente passa do nível de fazer algo para pensar aquele fazer... quando a gente planeja os nossos sites, arquiteta a informação, desenha a experiência do usuário, testa a usabilidade e implementa a acessibilidade... tá me entendendo?
Aí quando o fazer já não basta entra o entender, a compreensão do que se está fazendo... e aí que o bicho pega. Quando podemos saber que dominamos esse negócio? Ou vamos ficar nessa infinita busca por reconhecimento próprio da nossa capacidade?
Ontem eu estava pensando nisso, dos muitos livros que eu li, dos cursos que eu fiz, do que eu fiz e testei e tentei. O que ficou na minha cabeça para sempre, que toda vez que eu precisar desse conhecimento eu possa usar. Quando vou poder dizer:
Web? Isso eu sei!

Quinta-feira, Fevereiro 09, 2006

Pessoas, as meninas do Podcast "Elaspod" estão preparando o programa novo e me mandaram um e-mail pedindo uma ajuda, eu vou reproduzir o e-mail delas aqui.
Vai lá:





Pessoal, ontem gravamos mais um podcast do www.elaspod.com.br e neste episodio falamos sobre Adwords e Adsese do google e alguns toques sobre como indexar melhor seus sites nos buscadores.
Para o próximo, estamos planejando uma entrevista/debate sobre tabela de custos para desenvolvedores de web, deve ou não ser divulgado uma tabela referencial ? Quem se beneficiaria com ela ?
Por que existe tanta variação de preço?
Por que tantos combatem os adolescentes que estão começando agora e cobram R$ 200,00 por um site ?
O que podemos fazer para melhorar o mercado?
E a ótica dos empresários que resolvem investir em web ?
Etc, etc, etc

Agradeceria se vcs enviassem e-mails com a opinião de vcs, algumas idéias, tudo o que acharem pertinente sobre este tema tão polêmico.

Por favor, divulguem isto nas outras comunidades e para amigos que de alguma forma estejam relacionados com trabalhos na web. Assim nós receberemos um bom material para ajudar a compor a próxima pauta.
Desta forma acreditamos que será algo mais democrático.
Queremos ouvir opiniões de todos os lados, os prós e os contras.
Então, o espaço estará aberto para a participação de todos. Contamos com vocês!

No momento, sentimos que o projeto do Elaspod ainda tem muito a oferecer, aproveitamos esta oportunidade para convidar a todos a colaborarem com este projeto inovador.
Sugiram pautas, enviem artigos e links, façam doações através do link
http://www.elaspod.com.br/colabore.html onde vocês encontram todas as informações para poder fazer doações e nos ajudar a manter o projeto vivo.
Divulguem para o maior numero de pessoas possíveis.



Bjs e obrigada pela ajuda

Mila Juns


Vou colocar o e-mail delas ( mila@elaspod.com.br ), se vcs forem mandar algo por favor se identifiquem e digam o porque da mensagem que estão mandando. Obrigado em nome delas.

Web 2.0 e Web Semântica

Esses assuntos são a crista da onda na internet. Em tudo quanto é lugar que a gente olha esbarramos com essas palavrinhas pulando, saltando, tentando chamar nossa atenção.
Mas o que seriam elas? Eu estou em busca de respostas para entendê-las e se alguém já sacou, por favor fica a vontade de me explicar e eu posto aqui. Achei numa comunidade de um site de profissionais da Web ( Syxt ), uma entrevista que eu vou colocar abaixo. Caso algiuém queira começar a se interar sobre o assunto é só ler. Para quem é profissional da web vai dar para compreender algumas coisas, quem não é vai entender melhor alguns assuntos que deve ter ouvido falar por ai. Vou postar mais sobre isso na sequência, é só eu achar algo que valha a pena ou eu mesmo consiga entender algumas coisas...

aí vai a entrevista:

Criador da WWW defende 'Web Semântica'



Por: Computerworld

Quarta-feira, 18 maio de 2005 - 19:21

A "Web Semântica" poderia ser a chave para abrir dados científicos que são seqüestrados por limitações organizacionais e formatos disparatados de aplicações. Isso permitiria que cientistas explorassem todos os recursos da computação.

A declaração foi feita por Tim Berners-Lee, o criador da World Wide Web, durante o 4º Encontro Anual Bio-IT World Conference and Expo, realizado esta semana em Boston, Estados Unidos.

Em sua palestra, Berners-Lee, que atualmente é diretor do World Wide Web Consortium (W3C), defendeu que a utilização do modelo semântico da rede "daria a cientistas e demais usuários uma ajuda sem precedente para o cruzamento de dados".

Em linhas gerais, a proposta da web semântica tem o objetivo de facilitar o acesso e o compartilhamento de dados entre pessoas e aplicativos. Baseada em um framework desenvolvido pelo W3C, o modelo utiliza linguagem XML (Extensible Markup Language) para integrar aplicações.

A idéia é que informações armazenadas em bases de dados sejam publicadas em um padrão de processamento, criando assim um tipo de banco de dados global.

Berners-Lee afirma que estudiosos de ciências biológicas já começaram a tirar proveito desta democratização de dados. "Nesse momento, eu noto que pessoas ligadas às ciências da vida estão se concentrando muito no modelo semântico como alternativa para solucionar grandes problemas."

O especialista, que no final dos anos 80 inventou componentes básicos da rede mundial como o HTTP (Hypertext Transfer Protocol) e o HTML (Hypertext Markup Language), acredita que os cientistas serão os primeiros a se beneficiar do modelo semântico.

Como exemplo, ele cita os casos da Biological Pathways Exchange e da Universal Protein Resource (Uniprot), que integraram dados a informações contidas em catálogos de proteínas.

Berners-Lee não promete um rápido retorno de investimento para quem decidir apostar em infra-estrutura e soluções que proporcionem um tratamento de dados baseado no modelo da web semântica. Mais ainda, o executivo admite que seu conceito é "um tanto quanto difícil de explicar".

Contudo, lembra que viveu o mesmo problema 15 anos atrás, quando falava de uma tal de World Wide Web. "'Páginas de hipertexto, grande negócio?, as pessoas diziam. Na verdade, elas não conseguiam entender o potencial que aquilo tinha e que significaria".

Questionado sobre quando a web semântica irá decolar, Berners-Lee faz mistério: "Vocês irão me dizer. Eu tenho gasto toda a minha energia apenas para dizer às pessoas no que eu acredito e no que pode ser feito. Mas o que eu realmente penso é que há possibilidades de ocorrer coisas perigosas".
Johan Bostrom, IDG News Service (Boston Bureau)

Terça-feira, Fevereiro 07, 2006

Quem usa a Usabilidade?


Qual é o nosso trabalho?


Quando a gente desenha uma interface, faz um site, enfim... O que a gente tem em mente na hora de criar? A gente corre atrás do trabalho, lida com o cliente e faz de tudo para ganhar a conta. Agrada, tenta fazer com que ele confie na gente como profissional e começa a pensar: O que eu posso fazer para agradar o meu cliente? E aí começa a confusão.
Quem é o nosso cliente? De verdade.
Muitas vezes num projeto algumas decisões (erradas) levam a outras decisões (piores) e quando vamos ver todo o trabalho tá confuso.
Vejo sempre nas comunidades de Web que eu frequento no orkut, pessoas perdidas na hora de terminar um projeto. Esse post é um exemplo disso:

discussão sobre um layout que não está funcionando.

As pessoas tentam achar uma solução para ajudar o amigo aflito, mas é difícil; e na minha opinião é difícil porque o erro é de projeto. Quando a gente erra a mira no início dificilmente consegue acertar o alvo no final. Mas porque? Porque a gente mira no cliente errado, o nosso verdadeiro cliente é sempre o cliente do nosso cliente. O tão famoso usuário. Design centrado no usuário. Mas cadê o nosso usuário? Quando a gente pensa nele? A partir de que momento a gente começa a pensar com a cabeça de quem vai usar aquele troço que a gente tá criando? Nesse post acima a discussão chegou no ponto de perguntar mais ou menos isso. Quando a gente leva em consideração a pessoa que realmente usa o que a gente cria?
E não tem jeito, se você não pensa nela vai errar. Porque o site não é para você, não é para o dono da empresa, é para os clientes dele. Eles são nossos usuários. Agora se você vai usar nos testes de usabilidades, personagens, cartões, tarefas ou o que quer que seja... vai de acordo com o seu orçamento e as suas intenções na pesquisa. O que não pode é tirar da cabeça, da alça de mira o seu verdadeiro alvo.

A um tempo atrás saiu uma pesquisa que dizia que a gente decide se gosta ou não de um site em particular em 1/20 segundos. Vi várias discussões sobre o assunto e nesse post:
Discussão sobre uma pesquisa acadêmica que diz que as pessoas gostam de um site numa fração de segundos.

Não quero entrar no mérito se a pesquisa tem realmente fundamentos para afirmar isso, se eu concordo ou não. O que eu penso é que sendo rápida ou lenta a tomada de decissão sobre qual site deve entrar para o favoritos do usuário, uma hora isso acontece. E então mais do que o tempo que isso leva é preciso saber os motivos. E ao contrário do que algumas pessoas acham, algumas técnicas vindas da usabilidade, da acessibilidade, do design podem nos auxiliar a influenciar positivamente nessa decisão.

Eu estou lendo o livro do Felipe Memória, Design para a Internet - Projetando a experiência perfeita. E ele é designer de interface da Globo e nesse livro explica o processo de trabalho de projetos centrados nos usuários, apesar de serem trabalhos feitos por equipes grandes, podemos tirar exemplos práticos que pode ser altamente usáveis por nós que fazemos nossos próprios sites. Técnicas de construção, de projeto, de testes que podemos adaptar e usar em nosso projetos e evitar a pergunta do desespero:

E agora o que eu faço com esse site!?

Recomendo.

Domingo, Fevereiro 05, 2006

Comunidades Orkut

Eu tenho conversado com muita gente pela Web e achei uma nova função para o Orkut. Eu fiz uma lista das comunidades que eu frequento todo os dias, trocando idéias com a galera que usa também, falando sobre um monte de coisas. Umas das discussões que sairam de outras e que para mim é uma das mais importantes de hoje é sobre a Web Semântica. Eu imaginava o assunto de uma maneira e pesquisando e lendo mais sobre ele vi o tamanho do projeto e aonde ele pode levar o conhecimento e o acesso a informação. Eu vou terminar de ler o que eu estou lendo e estudando e assim que eu entender melhor o assunto posto algo aqui.


Essas são as comunidades que eu costumo participar. Entro diariamente e tento trocar experiências com a galera que as frequenta.

Sexta-feira, Fevereiro 03, 2006

Firefox


Primeira coisa que me vêm a cabeça quando penso nessa nova internet é o firefox.

Esse navegador aparentemente sem muitos encantos, com uma cara de navegator antigo foi alcançando os seus fãs e hoje é um dos produtos promotores dessa transformação que está acontecendo e que eu acho que a grande maioria das pessoas ainda não se deu conta. Mas o que mais me faz pensar nisso tudo é no poder de uma ferramenta na transformação do nosso dia-a-dia. Muitas vezes eu ouvi, aprendi e repiti como uma lei, que as ferramentas que a gente usa não devem ser determinantes na qualidade do nosso trabalho, que não são elas que devem nortear nossas criações e blá blá blá...


Mas às vezes aparece algo, como a própria internet em si, que muda tudo.
E ai eu fico pensando, qual será o papel do nosso conhecimento nisso tudo que a gente faz? Nosso cérebro é realmente a nossa melhor ferramenta? Como se chega a uma idéia como a web por exemplo? Será que eu tenho que através de pensamentos encadeados lógicamente, montar o quebra cabeça ? Ou posso simplesmente sentir a necessidade de toda a humanidade por algo e aí usar o nosso conhecimento acumulado para suprir essas necessidades?
E é aí que para mim entra a função principal de uma ferramenta poderosa, como no meu caso o Firefox. Ela me facilita a vida, e facilita para mim, pode não ser melhor para você. Mas como saber sem testar ?
O teu cérebro facilita tua vida?

Testando....

Bom é isso. Depois de todos os humanos na terra eu tenho um blog. Mas não me empolgo. Tô só fazendo um teste para ver se eu e esse negócio de escrever regularmente na net somos compatíveis. Eu tenho conversado com muita gente, no orkut, em listas, e-mails e outras coisas mais. Muitos assuntos, muitas perguntas e algumas conclusões.
Senti falta de organizar essa confusão toda num lugar só. Na verdade mais para mim mesmo do que para alguém, mas se alguém quiser fazer um comentário, me manda que eu posto aqui na boa, sem problema. Eu quero é fazer com que esse lugar seja um meio de centralizar tudo que eu tenho visto de legal nas conversas que eu tenho mantido por ai.

Bom é isso.

Vou ver se dá certo.